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ELEIÇÕES 2010 E A FAMILIA POLICIAL

ELEIÇÕES 2010 E A FAMILIA POLICIAL

Olá amigos e amigas; Sou candidato a Deputado estadual juntamente com Paes de Lira, federal, porque quero contribuir de forma incisiva para a valorização profissional da classe policial e melhoria das condições de trabalho. NÃO trago promessas vãs, ao contrário, afirmo que se eleito for, lutaremos juntos por nossas causas. É isso, ou a continuidade das lamentações e da submissão política.

Em primeiro momento do nosso mandato trataremos de questões prioritárias e impressindiveis para resgatar um pouco da dignidade profissional, como por exemplo: ALE - Auxilio de Local de Exercicio, igual para Oficiais e Praças; RETP - Rever as regras do Regime Especial de Trabalho Policial, ao qual estamos submetidos; Reforma aos 25 anos de serviço efetivo para as Praças e 30 anos para os Oficiais; Rever o Regulamento Disciplinar arcaico, entre outros temas. Num segundo momento, trataremos de questões referentes a Estrutura Organizacional da Corporação: Reestruturação, Plano de carreira, unificação, etc.

"Uma andorinha não faz verão". Mais que um ou outro representante lutando isoladamente, é preciso formar bancadas policiais em todos os niveis. Como parlamentar, trabalharemos forte para em 2012 elegermos tantos policiais vereadores quanto for possivel, até atingirmos a marca de no mínimo um representante em cada municipio de SP. Isto se faz necessário, porque as necessidades básicas da Comunidade e da Tropa estão na base, aonde o "Policial vereador" trabalha, conhece os problemas, e avultará como um elo forte entre os comandantes locais (Btl e Cia) e o Prefeito, na solução de questões de rotina que não dependam necessariamente do Executivo federal e estadual.

Uma representatividade forte politicamente fará a Organização Policial respeitada, mais apta e capaz de pressionar legitimamente o Executivo e desenvolver sua missão Constitucional.

Meu nº é 36 190 Dep. Estadual.

Paes de Lira: 36 38 dep. Federal.

A Familia Policial "Pode Mais".

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Seguranças evitam invasão de policiais na Câmara

Rodolfo Torres e Mário Coelho

Seguranças da Câmara tiveram há pouco muito trabalho para evitar a invasão de dezenas de policiais e bombeiros militares na Câmara. Essas categorias são diretamente interessadas na aprovação da PEC 300. O empurra-empurra ocorreu num dos corredores de acesso ao Salão Verde da Casa, onde está a porta do plenário.
Os seguranças cumpriam ordens do primeiro-vice presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), para não permitir que eles tivessem acesso às galerias e ao Salão Verde.
Um pouco antes, o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), foi cercado pelos profissionais da segurança pública ao passar pelo local. Ele se reuniu com líderes das categorias e, após o encontro, chegou a ser hostilizado no trajeto até o plenário.
"Eles estavam gritando lá fora. Eu passei entre eles. Não houve nenhuma agressão física comigo. Eu fui falar com eles porque eu acho que, aqui na Câmara, uma autoridade não pode se acovardar. Eles estavam exaltados e eu fui dizer qual era a posição do governo", disse Vaccarezza, de acordo com a Agência Câmara.
Há meses, eles semanalmente cobram a votação da PEC, que cria o piso salarial provisório a policiais e bombeiros militares nos valores de R$ 3,5 mil e R$ 7 mil - para praças e oficiais, respectivamente
Em plenário, Vaccarezza destacou que o presidente da Casa, Michel Temer (PMDB-SP), quer participar da votação dessa PEC. O peemedebista está na Europa, em viagem oficial. De acordo com Vaccarezza, a matéria pode entrar na pauta da Câmara na próxima semana.
O governo teme o impacto bilionário da proposta e exige que o piso e o fundo para tornar possível o reajuste seja votado por meio de lei complementar. Em plenário, deputados criticaram a forma de cobrança da votação da matéria pelos profissionais de segurança.

Fonte: Congresso em Foco

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