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ELEIÇÕES 2010 E A FAMILIA POLICIAL

ELEIÇÕES 2010 E A FAMILIA POLICIAL

Olá amigos e amigas; Sou candidato a Deputado estadual juntamente com Paes de Lira, federal, porque quero contribuir de forma incisiva para a valorização profissional da classe policial e melhoria das condições de trabalho. NÃO trago promessas vãs, ao contrário, afirmo que se eleito for, lutaremos juntos por nossas causas. É isso, ou a continuidade das lamentações e da submissão política.

Em primeiro momento do nosso mandato trataremos de questões prioritárias e impressindiveis para resgatar um pouco da dignidade profissional, como por exemplo: ALE - Auxilio de Local de Exercicio, igual para Oficiais e Praças; RETP - Rever as regras do Regime Especial de Trabalho Policial, ao qual estamos submetidos; Reforma aos 25 anos de serviço efetivo para as Praças e 30 anos para os Oficiais; Rever o Regulamento Disciplinar arcaico, entre outros temas. Num segundo momento, trataremos de questões referentes a Estrutura Organizacional da Corporação: Reestruturação, Plano de carreira, unificação, etc.

"Uma andorinha não faz verão". Mais que um ou outro representante lutando isoladamente, é preciso formar bancadas policiais em todos os niveis. Como parlamentar, trabalharemos forte para em 2012 elegermos tantos policiais vereadores quanto for possivel, até atingirmos a marca de no mínimo um representante em cada municipio de SP. Isto se faz necessário, porque as necessidades básicas da Comunidade e da Tropa estão na base, aonde o "Policial vereador" trabalha, conhece os problemas, e avultará como um elo forte entre os comandantes locais (Btl e Cia) e o Prefeito, na solução de questões de rotina que não dependam necessariamente do Executivo federal e estadual.

Uma representatividade forte politicamente fará a Organização Policial respeitada, mais apta e capaz de pressionar legitimamente o Executivo e desenvolver sua missão Constitucional.

Meu nº é 36 190 Dep. Estadual.

Paes de Lira: 36 38 dep. Federal.

A Familia Policial "Pode Mais".

terça-feira, 22 de junho de 2010

Quem está ameaçado de não poder se candidatar



Confira aqui a relação das 4.922 pessoas ameaçadas de ficarem fora da disputa eleitoral em outubro porque tiveram suas contas rejeitadas pelos tribunais de contas nos últimos oito anos. A relação, entregue ontem (21) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), inclui políticos e outros gestores públicos considerados responsáveis por 7.854 contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
Os candidatos que não tiveram contas aprovadas pelo TCU têm até o dia 5 de julho para apresentar documentos relativos às contas analisadas pelo tribunal e regularizar suas situações para que possam disputar o pleito. O TCU analisou o repasse de recursos da União a estados e municípios por meio de convênios federais e pelo Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
De acordo com o TSE, os processos serão examinados caso a caso. A entrada em vigor da Lei da Ficha Limpa aumentou o cerco sobre os políticos com contas rejeitadas pelos tribunais de contas. Saltou de cinco para oito anos o tempo de proibição de se candidatar para quem teve as contas rejeitadas e ficou mais difícil obter o registro de candidatura.
Agora, o candidato terá de obter na Justiça uma decisão que suspenda ou anule a decisão do tribunal de contas para disputar a eleição. Antes da mudança na norma, o político com contas rejeitadas poderia se candidatar caso recorresse da decisão na Justiça, antes mesmo de qualquer julgamento da ação. Ainda segundo a Lei da Ficha Limpa, o agente público com contas rejeitadas só ficará inelegível se ficar comprovado que ele teve a intenção de cometer a irregularidade com o dinheiro público.

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